International Classification of Diseases, Clinical Modifications

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International Classification of Diseases, Clinical Modifications
Designação International Classification of Diseases, Clinical Modifications
Sigla
Ano de Criação
Entidade Criadora
Entidade Gestora National Center for Health Statistics, Centers for Medicare and Medicaid Services
Versão Atual 10ª Edição
Área(s) de Aplicação Classificação e Codificação de Diagnósticos

Descrição

É uma modificação específica da ICD feita pelos EUA e mantida pela National Center for Health Statistics (NCHS) e pelo Centers for Medicare and Medicaid Services (CMS). Nesta modificação foram adicionados dois dígitos extras, criando uma codificação de 5 dígitos, com o propósito de classificar e codificar diagnósticos relacionados à hospitalização, principalmente utilizada para processos de pagamento e reembolso (Coonan 2004).

A ICD-CM consiste em três volumes, um contendo uma lista tabular com os códigos das doenças (Volume 1), um índice alfabético (Volume 2) para as entradas das doenças no Volume 1 e um sistema de classificação de procedimentos cirúrgicos, terapêuticos e de diagnósticos (Volume 3), sendo este volume composto por um índice alfanumérico e uma lista tabular dos códigos (CDC 2013a).

Esta terminologia é atualizada anualmente por um comité formado pelo NCHS e pelo CMS, que disponibilizam um documento contendo as modificações realizadas na codificação, outro documento com o mapeamento entre as versões anuais da ICD-CM e mais um com as recomendações para a codificação correta (CDC 2013b; ICD9-CM 2009; Association 2011).

A ICD10-CM refere-se às modificações clínicas da ICD-10, representando um substituto da ICD9-CM Volumes 1 e 2. O Volume 3 da ICD9-CM será substituído pelo ICD-10-CPS (Coding Procedure System). Assim como o ICD9-CM o ICD10-CM também possui atualização anual e os documentos referentes a estas atualizações (CDC 2013c). As principais modificações realizadas nesta nova revisão foram:

  • adição de informações relevantes aos cuidados ambulatoriais,
  • expansão dos códigos de ferimentos,
  • criação de combinações de códigos de sintomas e diagnósticos, com o objetivo de reduzir a quantidade de códigos necessários para descrever uma condição completa,
+ adição de um sexto e sétimo caracteres,
  • incorporação do quarto e quinto dígitos, comuns em subclassificações,
  • possibilidade de classificação levando-se em consideração a lateralidade, e por fim
  • o aumento da especificidade na atribuição dos códigos.