Diferenças entre edições de "Diagnóstico de Cancro de Mama a partir de Anotações de Imagens de Mamografias e Biópsias"

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'''Conclusão''': Os procedimentos utilizados são semelhantes nas duas amostras. Não existindo diferenças evidentes. Verifica-se que as bases de dados dos EUA são mais ricas em informação. As interpretações das características da lesão por si só não são suficientes para chegar a um diagnóstico de malignidade.
 
'''Conclusão''': Os procedimentos utilizados são semelhantes nas duas amostras. Não existindo diferenças evidentes. Verifica-se que as bases de dados dos EUA são mais ricas em informação. As interpretações das características da lesão por si só não são suficientes para chegar a um diagnóstico de malignidade.
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[[Categoria: Terminologia para Classificação de Mamografias]]

Revisão das 23h39min de 21 de janeiro de 2016

Diagnóstico de Cancro de Mama a partir de Anotações de Imagens de Mamografias e Biópsias
Autor Liliana Marina Meireles Dores
Orientador Inês de Castro Dutra
Co-Orientador
Data de Entrega 2014/11
URL http://hdl.handle.net/10216/77451
Palavras-chave Cancro da Mama, Diagnóstico, Sensibilidade, Especificidade, Precisão, BI-RADS, Mamografia, Meta-análise, Biópsia
Resumo

O cancro da mama é a causa mais comum de morte em todas as mulheres do mundo, principalmente entre mulheres entre os 40 e os 50 anos. O rastreio do cancro da mama permite descobrir de forma precoce o cancro da mama. Usualmente os achados imagiológicos são anotados através do Breast Imaging Reporting and Data System (BIRADS®) criado pelo American College of Radiology. Embora este léxico seja standard, a precisão das anotações depende da experiência do radiologista. Uma correta classificação é um parâmetro muito importante tendo em conta razões económicas e humanísticas.


Objetivos: Este estudo tem como principal objetivo estudar duas populações de casos de mamografias anotadas de diferentes regiões: Estados Unidos da América e Portugal.


Materiais e Métodos: Numa primeira fase foi efetuada uma Revisão da literatura em diversas bases de dados como o Scopus, Web of Science, Pubmed e livros, de forma a efetuar uma pequena introdução ao tema e verificar o estado da arte. Os dados dos Estados Unidos da América foram facultados pela Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin, de 157 mulheres que tinham sofrido excisão mamária. Os 157 casos sofreram mastectomia. Os dados de Portugal foram facultados pelo Centro Hospitalar de São João, sendo no total 622 casos dos quais só foram analisados 35 casos de mulheres para as quais foi atribuído uma categoria BI-RADS. Os dados foram todos analisados estatisticamente através do aplicativo SPSS 22.


Resultados: Na amostra dos Estados Unidos da América verificou-se que a média das idades de desenvolvimento de cancro da mama é por volta dos 55 anos enquanto em Portugal a média é os 57 anos. A densidade mamária (p=0,02) a forma das massas (p<0,001), história de cirurgia (p=0,003) e história pessoal (p=0,001) são fundamentais para ajudar no diagnóstico. O procedimento mais utilizado quando se trata de calcificações é a biópsia estereotaxica e nas massas é a ultrassonografia com agulha grossa (p <0,001), nas duas amostras.


Conclusão: Os procedimentos utilizados são semelhantes nas duas amostras. Não existindo diferenças evidentes. Verifica-se que as bases de dados dos EUA são mais ricas em informação. As interpretações das características da lesão por si só não são suficientes para chegar a um diagnóstico de malignidade.